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Conheça a Cida e leia um capítulo de exemplo. É uma amostra fictícia para você sentir o estilo do livro.
A mesma cena da Cida, contada em estilos diferentes. Arraste pro lado, leia com calma. No seu livro, a voz que você escolher escreve a sua vida.
Confesso que o botijão de gás escolheu o domingo com um critério que só as coisas inesperadas têm: dez pessoas à mesa, uma feijoada pela metade e nenhuma pressa no mundo para explicá-la. Dona Cida não se perturbou. Acendeu o fogão a lenha como quem cumprimenta uma velha amiga e serviu o almoço no horário de sempre. Quem chama isso de força não conhece a senhora; força é o que ela tinha de sobrar.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →O gás acabou no domingo, no meio da feijoada. Dez pessoas à mesa. Cida não disse nada. Foi aos fundos, acendeu o fogão a lenha, voltou. O almoço saiu no horário, com farofa e laranja. Depois disse que cozinha que não improvisa é receita. Ninguém anotou a frase. Todos guardaram.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →No domingo em que o gás acabou no meio da feijoada, com dez pessoas sentadas à mesa de Dona Cida, ninguém na vila ficaria sabendo do susto. A cozinha se encheu do cheiro da lenha antiga, a panela cantou no fogão dos fundos e o almoço chegou no horário com farofa, laranja e a risada dela no meio: cozinha que não improvisa é receita. A casa de Cida não conhece domingo sem sobremesa.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →O gás acabou num domingo de feijoada, e foi o único susto em muitos anos de almoços pontuais na casa de Dona Cida. Ela não se comoveu com o prodígio, porque estava acostumada a prodígios maiores. Acendeu o fogão a lenha dos fundos, que dormia ali desde outro século à espera daquele domingo exato, e o almoço saiu no horário, com farofa e laranjas. Dez testemunhas comeram em silêncio o milagre.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →Foi num domingo de feijoada que o gás acabou, e eu nunca soube explicar por que guardo essa cena com tanto carinho. Dez pessoas na mesa e uma mulher calma acendendo, lá nos fundos, o fogão a lenha de outros tempos. O almoço saiu no horário, como se nada tivesse acontecido. Mas tinha acontecido, e é por isso que a recordo: o café tem sempre o gosto da casa onde a gente se sente em casa.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →Domingo. Feijoada pela metade, o gás acabado e, na cozinha, uma mulher descobrindo em silêncio o tamanho da própria calma. Ela não pensou em força, não pensava em si. Foi aos fundos, acendeu o velho fogão a lenha, e o almoço saiu no horário. Talvez fosse isso, ser forte: continuar quando ninguém está olhando. E depois rir, e servir a laranja. Inteira.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →Confesso que o botijão de gás escolheu o domingo com um critério que só as coisas inesperadas têm: dez pessoas à mesa, uma feijoada pela metade e nenhuma pressa no mundo para explicá-la. Dona Cida não se perturbou. Acendeu o fogão a lenha como quem cumprimenta uma velha amiga e serviu o almoço no horário de sempre. Quem chama isso de força não conhece a senhora; força é o que ela tinha de sobrar.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →O gás acabou no domingo, no meio da feijoada. Dez pessoas à mesa. Cida não disse nada. Foi aos fundos, acendeu o fogão a lenha, voltou. O almoço saiu no horário, com farofa e laranja. Depois disse que cozinha que não improvisa é receita. Ninguém anotou a frase. Todos guardaram.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →No domingo em que o gás acabou no meio da feijoada, com dez pessoas sentadas à mesa de Dona Cida, ninguém na vila ficaria sabendo do susto. A cozinha se encheu do cheiro da lenha antiga, a panela cantou no fogão dos fundos e o almoço chegou no horário com farofa, laranja e a risada dela no meio: cozinha que não improvisa é receita. A casa de Cida não conhece domingo sem sobremesa.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →O gás acabou num domingo de feijoada, e foi o único susto em muitos anos de almoços pontuais na casa de Dona Cida. Ela não se comoveu com o prodígio, porque estava acostumada a prodígios maiores. Acendeu o fogão a lenha dos fundos, que dormia ali desde outro século à espera daquele domingo exato, e o almoço saiu no horário, com farofa e laranjas. Dez testemunhas comeram em silêncio o milagre.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →Foi num domingo de feijoada que o gás acabou, e eu nunca soube explicar por que guardo essa cena com tanto carinho. Dez pessoas na mesa e uma mulher calma acendendo, lá nos fundos, o fogão a lenha de outros tempos. O almoço saiu no horário, como se nada tivesse acontecido. Mas tinha acontecido, e é por isso que a recordo: o café tem sempre o gosto da casa onde a gente se sente em casa.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →Domingo. Feijoada pela metade, o gás acabado e, na cozinha, uma mulher descobrindo em silêncio o tamanho da própria calma. Ela não pensou em força, não pensava em si. Foi aos fundos, acendeu o velho fogão a lenha, e o almoço saiu no horário. Talvez fosse isso, ser forte: continuar quando ninguém está olhando. E depois rir, e servir a laranja. Inteira.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →Confesso que o botijão de gás escolheu o domingo com um critério que só as coisas inesperadas têm: dez pessoas à mesa, uma feijoada pela metade e nenhuma pressa no mundo para explicá-la. Dona Cida não se perturbou. Acendeu o fogão a lenha como quem cumprimenta uma velha amiga e serviu o almoço no horário de sempre. Quem chama isso de força não conhece a senhora; força é o que ela tinha de sobrar.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →O gás acabou no domingo, no meio da feijoada. Dez pessoas à mesa. Cida não disse nada. Foi aos fundos, acendeu o fogão a lenha, voltou. O almoço saiu no horário, com farofa e laranja. Depois disse que cozinha que não improvisa é receita. Ninguém anotou a frase. Todos guardaram.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →No domingo em que o gás acabou no meio da feijoada, com dez pessoas sentadas à mesa de Dona Cida, ninguém na vila ficaria sabendo do susto. A cozinha se encheu do cheiro da lenha antiga, a panela cantou no fogão dos fundos e o almoço chegou no horário com farofa, laranja e a risada dela no meio: cozinha que não improvisa é receita. A casa de Cida não conhece domingo sem sobremesa.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →O gás acabou num domingo de feijoada, e foi o único susto em muitos anos de almoços pontuais na casa de Dona Cida. Ela não se comoveu com o prodígio, porque estava acostumada a prodígios maiores. Acendeu o fogão a lenha dos fundos, que dormia ali desde outro século à espera daquele domingo exato, e o almoço saiu no horário, com farofa e laranjas. Dez testemunhas comeram em silêncio o milagre.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →Foi num domingo de feijoada que o gás acabou, e eu nunca soube explicar por que guardo essa cena com tanto carinho. Dez pessoas na mesa e uma mulher calma acendendo, lá nos fundos, o fogão a lenha de outros tempos. O almoço saiu no horário, como se nada tivesse acontecido. Mas tinha acontecido, e é por isso que a recordo: o café tem sempre o gosto da casa onde a gente se sente em casa.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →Domingo. Feijoada pela metade, o gás acabado e, na cozinha, uma mulher descobrindo em silêncio o tamanho da própria calma. Ela não pensou em força, não pensava em si. Foi aos fundos, acendeu o velho fogão a lenha, e o almoço saiu no horário. Talvez fosse isso, ser forte: continuar quando ninguém está olhando. E depois rir, e servir a laranja. Inteira.
Da amostra “A História de Cida”
Criar meu livro nesse estilo →Veja os 25 estilos ao criar seu livro. Cida é uma personagem fictícia de exemplo.
Criar Meu Livro →4.9/5 de quem já presenteou alguém especial
"Fiz pra minha melhor amiga de 30 anos. Respondi umas perguntas e tudo virou uma história HILÁRIA. Ela chorou de tanto rir na festa de aniversário. Jamais vou esquecer a reação dela!"
"Criei um livro pro nosso aniversário de 5 anos. A história de como a gente se conheceu, os momentos engraçados... minha esposa ficou emocionada e disse que foi o melhor presente que já recebeu."
"Fiz pro aniversário de 70 anos do meu pai. Coloquei as histórias da família, os apelidos, as aventuras... O homem não conseguia parar de rir. Valeu muito mais do que qualquer outro presente!"
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